quarta-feira, 15 de agosto de 2007

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Parte I

Não quero mais me controlar.
Por que as pessoas temem me soltar?
Por que os guardas para censurar?
Até pareço uma estrela fora do lugar.
Não quero mais obedecer.
Afinal de contas quem é que se deve prender?
Quero ser eu do jeito que sou...
Não interessa o que você pensou.
Quero ser eu aqui fora a todo o momento.
Só assim aos meus medos acalento.
Quero tomar um sorvete com pázinha e que se foda a vizinha.

ParteII
Ser um ser só a cada amanhecer, ser tudo e ser nada até o entardecer.
Ser para permanecer, para não esvair-se, para não escorrer.
Ser para viver.
Ser para mesmo só ainda ser.
Ser, mesmo sem ninguém compreender.
Ser em todas as horas e nunca mais se esconder.

Um comentário:

Natalia disse...

sigggg vc escreve mto bem.. eut e amooo... heheheh eh serio mesmo adoro suas poesias malucas.. vc eh uma flor de maracuja.. te amoooo se cuida bjusss naty...